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sábado, 26 de janeiro de 2008


"Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe."
Te Desejo!...Te Desejo!...Te Desejo!...Te Desejo!...Te...
Beijos!...Beijos!...Beijos!...Beijos!...Beijos!...Beijos!

sábado, 19 de janeiro de 2008


Por que esse mundo é injusto? Porque as pessoas não entendem que nós gays somos seres humanos e não monstros! Por que insistem em nos discriminar? Só quero ser compreendida, quero que me vejam como um ser humano igual a qualquer outro, não estou doente! Não escolhi nascer assim! Deus sabe o tanto que sofro, o quanto fico triste e o tanto que lutei para tentar mudar esse quatro, mas nao consegui, pedi inúmeras vezes, para que Deus me ajudasse a deixar de gostar de mulheres, mas de nada adiantou. Não me sinto atraída por homens, nunca senti! Se as vezes que fiquei com garotos foi apenas para tentar mudar, mas acabei me frustrando, me machucando mais ainda..
Ah! Estou cansada de viver me escondendo! Estou farta disso tudo, de fingir uma coisa que não sou! Esse meu desejo reprimido está me sufocando. Quero amar!

sábado, 12 de janeiro de 2008

Não quero crer que amar assim como eu te amo seja pecado! Não! Como é que podemos pecar pelo simples fato de amarmos? Mas se é assim, então serei uma eterna pecadora, pois não deixarei nunca de gostar de ti! Amo-te minha flor! E te amarei eternamente!
Hoje ela tentou me convencer que isto é uma loucura que é errado é pecado. Tentou obrigar-me a não pensar nela e a fixar-me em outros garotos. Tentou me fazer esquecer sua voz, seus sussurros seus sorrisos. Tentou ser dura comigo e acabar com nossa historia. Queria que ela deixasse de me tratar assim. Não posso esquecê-la e amar outros. 

sábado, 5 de janeiro de 2008

Graças a ti, não tenho mariposas no estomago; tenho um ecossistema inteiro!
Enquanto ficamos às escondidas, para que ninguém saiba do nosso amor, quero dizer-te que te quero muito, quando estou contigo sinto algo diferente, você me completa... quando me beijas me sinto além do céu. Que esse medo que temos desapareça porque temos muita vontade de gritar a todos que meu mundo és tu e dizer aos meus pais que não posso deixar de te amar , que por mais que me digam coisas, que me castiguem, que me expulsem... meu coração sempre pertencerá ti , a ti somente.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

TU


Um sorriso na penumbra, uma mão furtiva... Um prazer inesperado, uma mordida, um suspiro, um desejo infinito de seguir sonhando e fazer amor. Melhor noite da minha vida foi com ela. Espero que noites como aquela possam se repetir! 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

terça-feira, 11 de setembro de 2007


Lembro que quando eu era criança, adorava filhar olhando as fotografias antigas dos livros de historia, passava minutos observando cada foto, imaginando mil e uma coisas, de como seria a vida daquelas pessoas, o que elas faziam e de como seria se eu vivesse naquela época.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A.I. Artificial Intelligence





Hello - Olá - Evanescence 
O sinal do pátio da escola toca, de novo
Nuvens de chuva aparecem, novamente
Ninguém te disse que ela não está respirando?

Olá, sou sua mente
Dando a você alguém para conversar, olá

Se eu sorrir e não acreditar
Logo eu sei que irei despertar deste sonho
Não tente me consertar
Eu não estou quebrada

Olá, eu sou a mentira vivendo por você
Assim você pode se esconder, não chore

De repente, eu sei que não estou dormindo
Olá, ainda estou aqui
Tudo o que restou de ontem

quarta-feira, 29 de agosto de 2007


Antes de amar-te, amor, nada era meu
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se despediam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado e decaído,
Tudo era inalienavelmente alheio,
Tudo era dos outros e de ninguém,
Até que tua beleza e tua pobreza
De dádivas encheram o outono.
Pablo Neruda

Amo-te como a planta que não floriu e tem
dentro de si, escondida, a luz das flores,
e, graças ao teu amor, vive obscuro em meu corpo
o denso aroma que subiu da terra.

Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde,
amo-te diretamente sem problemas nem orgulho:
amo-te assim porque não sei amar de outra maneira,

a não ser deste modo em que nem eu sou nem tu és,
tão perto que a tua mão no meu peito é minha,
tão perto que os teus olhos se fecham com meu sono.
Pablo Neruda

Gosto quando te calas




Gosto quando te calas porque estás como ausente,
e me ouves de longe, minha voz não te toca.
Parece que os olhos tivessem de ti voado
e parece que um beijo te fechara a boca.

Como todas as coisas estão cheias da minha alma
emerge das coisas, cheia da minha alma.
Borboleta de sonho, pareces com minha alma,
e te pareces com a palavra melancolia.

Gosto de ti quando calas e estás como distante.
E estás como que te queixando, borboleta em arrulho.
E me ouves de longe, e a minha voz não te alcança:
Deixa-me que me cale com o silêncio teu.

Deixa-me que te fale também com o teu silêncio
claro como uma lâmpada, simples como um anel.
És como a noite, calada e constelada.
Teu silêncio é de estrela, tão longinqüo e singelo.

Gosto de ti quando calas porque estás como ausente.
Distante e dolorosa como se tivesses morrido.
Uma palavra então, um sorriso bastam.
E eu estou alegre, alegre de que não seja verdade. - Pablo Neruda


Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.

Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
Pablo Neruda

Teus olhos têm uma cor
de uma expressão tão divina,
tão misteriosa e triste.
Como foi a minha sina!!!

É uma expressão de saudade
vagando num mar incerto.
Parecem negros de longe...
Parecem azuis de perto...

Mas nem negros nem azuis
são teus olhos meu amor...
Seriam da cor da mágoa,
se a mágoa tivesse cor.
Florbela Espanca

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Amo-te hoje mais do que antes, cada dia te tornas mais importante para mim.
Por favor, perdoa minhas loucuras, minhas manias, minhas idiotices, as coisas que digo e faço sem pensar em alguns momentos...
Deixa-me te dizer que amo está ao teu lado, me encanta ver-te sorrir e amo cada coisa que tu fazes.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Como eu queria poder andar de mão dadas contigo na rua, na escola... Acarinhar-te na praça... Como eu queria te beijar por mais tempo, ficar coladinha em ti sem ficar com medo de alguém chegar...Queria te abraçar bem demorado quando sentisse vontade sem me preocupar com o que os outros iriam pensar, mas não posso!

domingo, 26 de agosto de 2007


Um sentimento estranho toma conta de mim hoje. Hoje tenho mil perguntas em mente, queria tanto encontrar as respostas.
Não sei o que ela quer nem muito menos sei o que ela pensa e não é hoje que gostaria de saber.
Lembro que uma vez ela me perguntou se eu não tenho medo disso tudo. Eu respondi que não... Mas hoje diria que sim... Tenho medo... Medo de perdê-la.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007


Aperta-me contra ti com todas as tuas forças. Crava teus dedos frágeis em minhas costas. Acaricia-me o pescoço com tua respiração. Morda-me o lábio lentamente como tu sabes. Mira-me nos olhos. Não fales. Somente beija-me. Diga que me quer, com o único idioma que todo mundo intende, o olhar... Diga que me quer, sem necessidade de falar! Te amo meu único e verdadeiro amor.
Quando me canso da vida e do dia a dia em constante movimento, visualizo você em minha mente e a paz volta pra mim. Em qualquer lugar do mundo posso chegar a ti sentir.
Quando os medos me atormentam, quando a angustia se apodera da minha mente e meus passos ficam mais lentos, penso em ti e volta minha calma.
De certa forma, você tem ajudado a sarar as feridas do meu coração porque quando penso em ti esqueço dos problemas. Com você eu vivo os melhores momentos da minha historia, mesmo sendo por alguns poucos minutos.
Você é vida para mim

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Moulin Rouge - Amor em Vermelho

Filme perfeito, música perfeita!

Moulin Rouge



Come What May -Haja o Que Houver

Nunca imaginei que pudesse me sentir assim
Como se eu nunca tivesse visto o céu antes
Quero desaparecer num beijo seu
A cada dia eu te amo mais e mais
Ouça meu coração, pode ouvi-lo cantar?
Me dizendo para dar tudo a você
As estações podem mudar de inverno a primavera
Mas eu amo você até o fim dos tempos

Haja o que houver
Haja o que houver
Eu amarei você até o dia da minha morte

De repente o mundo parece um lugar tão perfeito
De repente se move com uma graça tão perfeita
De repente minha vida não parece um desperdício
Tudo gira em torno de você
E não há montanha tão alta
Nem rio tão extenso
Cante esta canção e eu estarei ao seu lado
Nuvens de tempestades podem se formar
E estrelas podem colidir
Mas eu amo você até o fim dos tempos

Este inferno de amar


" Este inferno de amar - como eu amo! -
quem mo pôs aqui n'alma...quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio atear.
Quando - ai quando se há de ela apagar?
Eu não sei , me lembra o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talves... - foi um sonho -
Em que paz tão serena a dormir!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! despertai?
Só me lembra que um formoso
eu passei... dava o sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei..."

Almeida Garrett
Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada (?),
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Tenho pensando bastante em você, em nós. Pensando em como o teu sorriso é lindo, e se eu me apaixonei por você que diz ser tão imperfeita, porque outros não se apaixonariam também? Confesso que sou insegura mesmo, sou daquelas cheia de imaginação, que vê coisa onde não tem.

domingo, 19 de agosto de 2007




1894: No princípio da madrugada de 08 de dezembro, nasce, em Vila Viçosa (Alentejo), Florbela d’Alma da Conceição Espanca

1930: Às duas horas do dia 8 de dezembro – no dia do seu aniversário Florbela D’Alma da Conceição Espanca suicida-se em Matosinhos, ingerindo dois frascos de Veronal.


(...) Seu Diário se encerra em 02 de dezembro com uma única frase "e não haver gestos novos nem palavras novas!"



Estrela Cadente



Traço de luz… lá vai! Lá vai! Morreu.
Do nosso amor me lembra a suavidade…
Da estrela não ficou nada no céu
Do nosso sonho em ti nem a saudade!


Pra onde iria a ’strela? Flor fugida
Ao ramalhete atado no infinito…
Que ilusão seguiria entontecida
A linda estrela de fulgir bendito?…


Aonde iria, aonde iria a flor?
(Talvez, quem sabe?… ai quem soubesse, amor!)
Se tu o vires minha bendita estrela


Alguma noite… Deves conhecê-lo!
Falo-te tanto nele!… Pois ao vê-lo
Dize-lhe assim: “Por que não pensas nela?”


________

Florbela Espanca

Florbela Espanca




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Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar...

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Flor Bela de Alma da Conceição Espanca


Poetiza portuguesa.
(Vila Viçosa, 8 de dezembro de 1894 - Matosinhos, 8 de dezembro de 1930)
Precursora do movimento feminista em Portugal, teve uma vida multuada, inquieta, transformando seus sofrimentos íntimos em poesia da mais alta qualidade.
Teve três casamentos mau sucedidos e dois abortos involuntários.
A morte do irmão, Apeles (num acidente de avião), abala-a gravemente.
Tentou o suicídio por duas vezes em outubro e novembro de 1930. Por fim, após o diagnóstico de um edema pulmonar, suicida-se no dia do seu 36º aniversário, utilizando uma dose elevada de veronal.


--- Florbela Espanca, a poetiza que não sei se estou nela ou se ela está em mim. ---


'O que há depois? Depois?... O azul dos céus?
Um outro mundo? O eterno nada? Deus?
Um abismo? Um castigo? Uma guarida?
Que importa? Que te importa, ó moribundo?
- Seja o que for, será melhor que o mundo!
Tudo será melhor do que esta vida!...'


{Florbela Espanca}

sábado, 18 de agosto de 2007

Para Anactória

A mais bela coisa deste mundo
para alguns são soldados a marchar,
para outros uma frota; para mim
é a minha bem-querida.

Fácil é dá-lo a compreender a todos:
Helena, a sem igual em formosura,
achou que o destruidor da honra de Tróia
era o melhor dos homens,

e assim não se deteve a cogitar
em sua filha nem nos pais queridos:
o Amor a seduziu e longe a fez
ceder o coração.

Dobrar mulher não custa, se ela pensa
por alto no que é próximo e querido.
Oh não me esqueças, Anactória, nem
aquela que partiu:

prefiro o doce ruído de seus passos
e o brilho de seu rosto a ver os carros
e os soldados da Lídia combatendo
cobertos de armadura.

(fragmentos de um poema)

"Parece-me igual aos deuses 
ser aquele homem que, à sua frente sentado, 
de perto, doces palavras, inclinando o rosto, 
escuta, 
e quando te ris, provocando o desejo; isso, eu juro, 
me faz com pavor bater o coração no peito; 
eu te vejo um instante apenas e as palavras 
todas me abandonam; 
a língua se parte; debaixo da minha pele, 
no mesmo instante, corre um fogo sutil; 
meus olhos me vêem; zumbem 
meus ouvidos 
um frio suor me recobre, um frêmito me apodera."

A uma mulher amada

Ditosa que ao teu lado só por ti suspiro! 
Quem goza o prazer de te escutar, 
quem vê, às vezes, teu doce sorriso. 
Nem os deuses felizes o podem igualar. 

Sinto um fogo sutil correr de veia em veia 
por minha carne, ó suave bem querida, 
e no transporte doce que a minha alma enleia 
eu sinto asperamente a voz emudecida. 

Uma nuvem confusa me enevoa o olhar. 
Não ouço mais. Eu caio num langor supremo; 
E pálida e perdida e febril e sem ar, 
um frêmito me abala... eu quase morro... eu tremo. 



Uma linda jovem, guerreira, cheia de vida estava à frente de um grupo e eu fazia parte dele. Ela nos orientava, ordenava e fazíamos como ela queria e tudo dava certo.
Ela estava sempre na frente de todos apontando  para o horizonte, forte e destemida, andava no ar, sempre nas alturas, em cima de altos muros.
Olhei para trás e vi uma grande porta e vários seres, que não consegui identificar, tentavam passar a todo custo. Corri com os outros e seguramos a porta para que eles não passassem.
A mulher veio ajudar,  uma forte  luz saiu de suas mãos e atravessaram a porta atingindo um dos seres e ele simplesmente desapareceu. Ela olhou para nós bastante séria e ordenou que fizéssemos o mesmo. 
Eu estava com medo, mas mesmo assim fiz como ela pediu. Minhas mãos atravessaram a grande porta e comecei a agarrar cada um daqueles seres estranhos e os esmagava.
Quando terminamos, voltamos a segui-la.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007




Aqui, no meu coração, só tem lugar para você.
Vamos, pegue na minha mão!
Leva-me para o lugar melhor!
Você é única!
Seu sorriso alegra minha alma e  faz com que as flores murchas do meu jardim sejam levadas pelo vento...