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quinta-feira, 8 de julho de 2010


Não tenho me sentido bem nesses últimos meses, minha mente tem ficado cada vez mais doentia, meu corpo parece estar morrendo aos poucos... Lentamente, mas sei que isso deve ser minha mente me iludindo.
Não sei mais distinguir a verdade do que nem ao menos eu sei se é verdade, o medo de deixar de acreditar e aquilo ser a realidade. 
O futuro é tão definitivo para os outros e para mim é tão incerto...
Essa minha mente doentia um dia vai me destruir, eu sei, ela vai me possuir, me torturar mais ainda.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Jesus, às vezes sinto que meu corpo todo pede socorro, mas não gosto de ficar me queixando para minha família, venho aqui dizer ao Senhor que dói tudo dentro de mim, cura-me ? Estou muito triste...  Senhor por favor, guia meus passos... Sei que sou uma pecadora, mas eu te imploro! Ajuda-me! Não quero morrer antes de realizar meus sonhos! Estou com vontade de chorar, mas ja chorei tanto... tanto... Senhor me protege!  

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010


A quadrilha estava em seu ponto mais alto e todo o povo dançava ao som das violas, tambores.
Heitor passara a festa inteira esperando a oportunidade de encontrar Tereza sozinha e quando esta saiu para ir a casa pegar mais copos descartáveis, ele a seguiu.
Quando Tereza chegou a casa assustou-se ao ver Heitor surgindo de repente do seu lado.
- O que você está fazendo aqui?
- Você sabe! Não se faça de desentendida. – disse ele sorrindo.
- Não sei e nem quero saber! Deixe-me em paz! – disse ela abrindo a porta e entrando, e antes de fecha-la, Joaquim entrou também.
-Por favor, Heitor!
- E ai? Não vai me conduzir aos seus aposentos ou vai querer aqui mesmo?
- Não vou leva-lo a lugar algum! Agora me faça o favor de sair da minha casa!
Heitor agarrou-a com força, tomou a chave das mãos dela, trancou a porta e sentou-se em uma cadeira. Tereza sabia que ele não iria desistir tão fácil.
- Eu sei que você também gosta. – disse ele rindo irônico puxando-a para perto de si, fazendo-a sentar-se em seu colo.
-Seja rápido! – Pediu Tereza levantando-se e o conduzindo até o quarto dela.

domingo, 31 de janeiro de 2010


Tereza estava sentada em frente à penteadeira arrumando os cabelos negros que caiam como ondas por seus ombros e costas. Olhou pelo espelho a porta se abrindo lentamente e logo em seguida Anabela surgindo meio assustada fechando a porta atrás de si e permanecendo lá sem sair do lugar. Tereza olhou surpresa para ela por alguns minutos, mas logo se recompôs deixando as costas mais eretas e os olhos apenas pousados no trabalho que fazia, como se pentear os cabelos merecesse uma maior concentração. Na realidade queria deixar a amiga à vontade.
Passando-se alguns minutos e vendo que ela continuava lá, parada, levantou-se e Anabela imediatamente virou as costas, tensa.
-Eu... Eu sinto muito... Queria somente agradecer por ter me ajudado logo mais cedo.
-De nada. – Respondeu Tereza.
- Quero... também te pedir desculpas...
- Está desculpada.
Um longo silêncio se fez no quarto depois desse pequeno diálogo e para quebra-lo Tereza perguntou:
- Tem certeza de que não quer mais nada?
Anabela sentiu o coração saltar pela boca, sentiu como se um fogo consumisse seu rosto, não hesitou em trancar a porta no ferrolho e virou-se devagar  para a amiga com os olhos fixos no chão.
Tereza aproximou-se sorrindo, desceu as alças da camisola pegou uma das mãos de Anabela e começou a beijar, passando pelo rosto, pelo pescoço. Depois, olhou fundo nos olhos da amiga e continuou guiando a mão dela, passando pelos seios e descendo até a barriga.
Anabela olhou para Tereza e sem pensar muito tocou seus lábios nos da amiga e se afastou rapidamente, nervosa, assustada consigo mesmo. Tereza colocou o cabelo escuro para traz,  segurou o rosto dela com as duas mãos e beijou-a mais intensamente.
 A barreira dos infinitos escrúpulos já tinha sido superada, então ela a beijou com firmeza, e com o desejo acumulado de muito, muito tempo, quase esmagando os lábios dela com os seus. Ouviu um pequeno som abafado de aprovação da parte de Anabela e  sentiu os braços dela apertando-a com força contra seu corpo.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Manoel não suportando mais essa situação, decidiu contar toda a verdade para Anabela. encontrou-a no quintal de casa lavando algumas louças.
-Anabela, preciso muito falar com você. 
-Pode falar.
-É sobre a Tereza...
-Por favor se veio aqui para falar sobre a Tereza, perdeu seu tempo! Não quero saber nada relacionado a ela.  - Disse Anabela tirando o avental  e dirigindo-se meio incomodada  para dentro de casa, mas foi interceptada por Manoel que colocou-se na frente dela fazendo-a parar de andar.
-Você vai me ouvir querendo ou não, sua ingrata!
-Pode me chamar do que for! Não me importo! - Exclamou ela fazendo Manoel sair de sua frente, mas esse  agarrou-a pelo braço.
 -A Tereza está passando por sério problemas e você sabe disso; o pai está entre a vida e a morte, estão passando necessidades financeiras...
-E o que eu tenho a ver com isso? - Perguntou ela com desdém.
Manoel sentiu o sangue subir-lhe à cabeça por ela está agindo daquela maneira.
-A Tereza arriscou a própria vida para poupar a sua! E você a trata dessa maneira! se você soubesse tudo o que ela sofreu e sofre até hoje, não iria aguentar ouvir nem a primeira palavra do que tenho para lhe dizer!
Anabela enxugou as mãos no avental e convidou Manoel para sentar em um banco de madeira que havia em baixo do pé de manga.
Cada palavra que Manoel pronunciava era como varias facadas no coração de Anabela e minutos depois, lágrimas começaram a rolar pelo rosto da jovem. Estava arrependida por ter sido tão injusta com a amiga.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Na manhã seguinte, acordou com batidas incessantes na porta do quarto.
-Anabela, filha? Você está aí? Abre essa porta!
Anabela levantou-se e olhou-se no espelho da penteadeira, estava com o rosto totalmente inchado; abriu a porta rapidamente e voltou para a cama enfiando-se embaixo das cobertas.
Soledade sentou-se ao lado dela.
-Filha, o que aconteceu? Por quê não permaneceu na festa?
- Não estava me sentindo bem...
-Ana, olha para mim filha - pediu Soledade puxando o cobertor.
-Não! Para mãe!
Soledade assustou-se ao ver em que estado sua filha se encontrava.
-O que houve filha?
Anabela começou a chorar abraçada à mãe.
-Ele não me ama! Ele mentiu pra mim.
Soledade não fez mais perguntas, apenas aninhou a filha nos braços e a consolou.
Anabela passou a manha inteira no quarto sem falar com ninguém.

A noite havia acabado para Anabela, o que era para ser um dia feliz tornou-se uma tragédia. Correu para casa e trancou-se no quarto escuro, estava desolada e explodindo em lágrimas.
Agarrou-se ao travesseiro, tudo ainda estava muito fresco em sua memória, e estranhamente não pensava no fato de Heitor tê-la traído e sim na sua melhor amiga ter feito isso com ela e isso a machucava de uma maneira inexplicável.
Fechava os olhos e via os dois. De tanto chorar, cansou e dormiu. 

À noite criou coragem e bateu na porta da casa de Tereza.
-Ana?! – exclamou Tereza assustada e surpresa ao mesmo tempo
- Não vai me convidar para entrar? – perguntou Anabela docemente.
-Oh! Sim. Claro! Entra!
Anabela ficou observando a casa, cada detalhe, como os moveis estavam desgastados e havia poucas coisas.  Segurou-se para não chorar.
- Onde está o senhor Gomes?
-Já dei o remédio dele e agora dorme... – disse Tereza levando-a até o quarto onde ele estava.
Anabela assustou-se ao ver aquele homem magro, amarelo, deitado na rede, nem parecia o Gomes de antes, mal dava para saber se estava vivo ou morto.
- Tenha fé, ele vai sair dessa!
-Creio que nem a maior fé o mundo é capaz de reverter esse quadro agora...
Anabela segurou as mãos de Tereza e mirou fundo em seus olhos.
-Preciso falar com você.
Tereza conduziu-a até seu quarto. Ao entrar, Anabela notou que ele continuava praticamente do mesmo jeito: os livros na escrivaninha, os quadros, a cama... Estar ali era reviver alguns momentos bons, mas também ruins e, quando estes insistiam em voltar balançava a cabeça fazendo com que os mesmos desaparecessem para sempre.
Seus olhos continuavam percorrendo cada mínimo detalhe do aposento até que pousaram nos da amiga. Notou que ela estava visivelmente mais magra e abatida mais ainda nutria seu charme todo especial; agora sim, pode entender o porquê daquele olhar tão misterioso.
-Terê... Eu... Eu quero te pedir desculpas por tudo!
-Você não tem que me pedir desculpas...
-Sim, eu tenho! Me perdoa! – disse Anabela segurando as duas mãos da amiga e beijando-as.
Tereza fez um sinal positivo com a cabeça e Anabela nada mais disse, ficou apenas olhando para ela até que rompeu a barreira que as separavam e abraçou-a com todas as forças.
-Como eu senti a sua falta Terê! – exclamou ela apertando a amiga contra o corpo como se para não deixa-la fugir.
Tereza sorriu, um riso meio incrédulo, mas depois teve certeza que tinha a sua amiga de volta e começou a chorar de felicidade.


Abriu a porta com o máximo de cuidado possível para não fazer barulho, e foi andando pé ante pé na direção dos sons abafados. Seus olhos se depararam com uma cena que jamais pensou um dia presenciar. Não queria acreditar no que seus olhos estavam vendo; não conseguia acreditar naquilo tudo, e por segundos pensou está sonhando, mas nem em seus sonhos mais cruéis e pecaminosos imaginaria uma cena daquelas.
Seu namorado, quase marido, Heitor estava ali aos amassos com a melhor amiga dela. O coração de Anabela se contorcia dentro do peito e não tinha nenhuma reação. Queria entrar ali e acabar com aquilo tudo de uma vez por todas, mas não conseguia dá um passo à frente. Cerrou os dentes e fechou os olhos tentando  controlar a vontade e chorar e gritar desesperadamente ao mesmo tempo. -“canalhas”- pensava consigo mesma.
De repente, Anabela espantou-se com Manoel que surgira no limiar da porta, e ao notar as lagrimas que rolavam incessantes pelo seu rosto não pensou duas vezes e entrou no quarto de uma vez!
-Seu filho da mãe! – gritou Manoel cheio de cólera.
Os dois foram pegos em flagrante e se separaram rapidamente, cada uma ficando em uma direção oposta do aposento.
Manoel agarrou Heitor pelo colarinho e lhe deu uma bofetada no rosto.
-Ana, eu posso explicar! – pediu Heitor olhando para a jovem.
-Eu não quero explicações! Já entendi tudo! – falou ela olhando em seguida para Tereza que estava de cabeça baixa sem esboçar nenhuma reação. – E você... Você... Você é uma biscate!
Heitor recebeu outra bofetada e caiu no chão.
-Como se atreve ao encostar essas suas mãos imundas na Tereza seu crápula! – disse Manoel
- Ela que deu em cima e mim! – ao dizer isso recebeu outra bofetada.
-Ora seu... Seu verme!
-Ela não vale nada! Vocês precisam acreditar em mim, ela que me assediou, eu juro e eu sou homem! Você sabe Manoel, a carne é fraca!
-Fraca realmente tua carne vai ficar depois que eu fizer você cair morto no chão! – Manoel começou a enforca-lo – Você só sai daqui morto!
-Manoel, por favor! Pare com isso! Não suje suas mãos com esse verme asqueroso! – gritou Anabela e Manoel parou de agredi-lo. – Saia da minha frente agora Heitor, antes que eu ajude a mata-lo.
-Vocês não sabiam, mas agora vão ficar sabendo, essa aí não passa de uma rameira! – Disse Heitor antes de sair.
Anabela olhou para Tereza esperando que ela se defendesse das acusações, mas só o seu silencio bastava para confirmar que tudo aquilo era verdade. Heitor saiu do quarto e Manoel foi atrás.
Anabela mirou a amiga com os olhos cheios de lágrimas, não sabia se sentia pena, raiva, indiferença, mas o ódio falou mais alto. Foi até ela e a prensou contra a parede olhando fixamente para o rosto dela. Não sabia o que dizer e a única palavra que saiu de seus lábios foi para insultá-la: “vadia”.
Lagrimas começaram rolar pelo rosto de Tereza, ela tentou balbuciar alguma coisa,  mas não conseguiu e caiu desfalecida no chão.
Anabela pensou em ir embora e deixa-la ali, mas não conseguiu e correu para rua encontrando Manoel e Heitor rolando pelo chão como dois animais.
-Manoel, deixa esse energúmeno e corre aqui, a Tereza está muito mal.
Manoel correu para o quarto e segurou a jovem colocando-a na cama.
-Ela morreu? – perguntou Anabela aflita.
-Não, ela apenas desmaiou.
Ele pegou um frasco e perfume e aproximou-o do nariz de Tereza que depois de alguns segundos ela piscou algumas vezes e acordou. Por alguns segundos não lembrava e nada do que tinha acontecido, mas aos poucos as cenas foram voltando à sua memoria como flashbacks. Ao olhar Anabela, levantou-se de ímpeto e tentou sair, mas sentiu vertigens e sentou-se na cama começando a chorar compulsivamente morta de vergonha.
-Ana... – Tereza tentou falar alguma coisa, mas Anabela saiu a passos largos deixando-a no vácuo.
-Terê...Vai ficar tudo bem! – disse Manoel abraçando-a
-Não Manoel, não vai ficar nada bem! Eu perdi minha melhor amiga! Minha melhor A...miga. – e chorou ainda mais abraçada a ele.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008


Será que isso é castigo dos céus por eu ser assim...? Senhor, mas eu não escolhi ser assim! Tu me fizeste assim! Se já sabias que eu iria ser desse jeito porque me mandou pra cá? Seria melhor eu na ter nascido!
Nunca fui uma filha má para os meus pais! Sim admito que já gritei mais alto que meu pai, mas o senhor sabe o porque e que me arrependo amarguradamente.  hoje, ele pode me chamar do que for, desejar minha morte o senhor sabe que não tenho raiva dele, o amo muito! Eu só queria que ele fosse mais presente, mais atencioso, mais compreensivo, que me apoiasse nas minhas decisões em relação ao meu futuro...Só queria que ele estive ao meu lado me dando forças para continuar em busca das realizações dos meus sonhos...
Estou muito triste! É tantas coisas, tantas vozes gritando, querendo sair ao mesmo tempo que elas me sufocam, me engasgam, ficam todas atoladas na entrada de da minha garganta.
Meus pensamentos são tão confusos que até na hora de escrever, eles não saem da forma que desejaria que saíssem! Quero apenas ficar sozinha, em um quarto escuro e chorar. Chorar, chorar até nao poder mais, até meus olhos ficarem inchados, tao inchados que seria incapaz de abri-los, fecharei-os para sempre!Para sempe! Quem sabe assim acabam-se todas as minhas dores, tristezas, e aguntias.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Pensei que havia luz no fim do túnel. Um raio de esperança em meio à tormenta. Algo que me dissesse que voltaríamos a estar como antes...
Mas não foi assim. Como tantas outras vezes, me iludi, como estupida e ingênua eu fui.
Deveria ter reconhecido logo que os monstros como eu não tem direito de ser felizes. Sou um monstro e os monstros como eu tem que pagar pelos nossos erros porque só fazemos os outros sofrerem.

segunda-feira, 28 de julho de 2008


“... A única coisa que eu sei, e que eu sempre soube, é que eu lhe amo muito!” Uma vez, eu disse isso a você e não a direi nunca mais! Pode jogar essa frase fora, pois agora sequer quero pensar no que compartilhamos juntas. Você jamais mereceu o meu carinho ou a minha amizade. Voce usou e abusou dos meus sentimentos puros, do meu coração. Você o esmigalhou e  jogou no lixo. Eu procurei por você, implorei que não me deixasse, humilde e simplesmente, como uma amiga. Você nunca confiou em mim.
 Chorei tudo o que tinha pra chorar e agora você não mais é bem-vinda na minha vida.  E, quer saber? Algum dia você verá que é você quem nunca vai conseguir seguir em frente de verdade por que você é uma medrosa, criança mimada! Você pode namorar e casar, mas sempre vai ter "dúvidas" sobre o sente. E você sabe muito bem o porquê disso.
Mas vai lá, tente amá-lo. Você vai conseguir, com muita boa vontade. Eu sei que você é persistente. Sempre admirei isso em você. Mas, agora, você não passa de um passado ao qual eu me envergonho. Sim, eu me arrependo de ter te procurado. De ter te apoiado e gostado tanto de você. Mas o mundo dá voltas! Minhas lágrimas já secaram e a brisa do Amor trouxe para mim a paz e a esperança.
Procure-me quando você crescer. Não serei indelicada, pelo contrário, você sabe que sou educada e saberei ouvir o que porventura terás para me dizer porem não espere muita coisa de mim pois aquela Deyris bobinha de antes morreu!"

sexta-feira, 20 de junho de 2008


Muitas vezes tenho vontade de sumir...  Acho que nunca vou conseguir mudar, nem eu me entendo. Não encontro nem um caminho onde possa andar, não consigo mais sonhar!
Dizem que a vida dá a cada um o que merece, ela determina o nosso caminho... Se é isso que ela quer, assim será e assim é.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Ela está namorando!



Não aguento mais chorar! Se não choro for fora, estou chorando por dentro! Ela está namorando! Queria poder dormir e nunca mais acordar! Ela tem um novo amor! É homem! Ela me usou, me usou, me usou! Mexeu com meus sentimentos mais profundos! 
Ah! Meu Deus até quando ficarei sofrendo desse jeito? O que eu fiz pra merecer isso? 
Dói tando aqui dento de mim, uma dor impossível de descrever.
Queria gritar ate não poder mais, chorar ate não pode mais! Morrer de tando chorar! E sumir!
Os sentimentos se misturam dentro de mim: ódio... tristeza... amor... não sei qual dos dois sentir,
Ela não me ama! Nao me ama! E eu a amo tanto! Oh! Meu coração, perdoa-me por ser uma boba e fazer com que tu sofras tanto por causa de quem te abandonou sozinho... jogado à própria sorte!

quinta-feira, 29 de maio de 2008


Quando você for menos medrosa, pode ter certeza, será mais feliz. Aprenda a vencer seus medos! Tu não sabes o que é amar de verdade, não sabes o que é o Amor, pensei que soubesse, mas vejo que nunca soube de fato! 
Queria tanto ter uma conversa séria com você... Porque desde aquele dia evitas tocar nesse assunto? Penso que você aproveitou o meu deslize e usou-o como o pretexto que esperavas tanto para terminar comigo.
Saiba que nunca mais vou me declarar para você e mostrar minha alma como nunca mostrei a outra pessoa, quem sabe quando eu morrer tu leias esta carta e todas as outras que escrevi para ti e vais saber que eu sempre te amei e o tanto que me fizeste sofrer, eu te amo e quero muito o teu bem.

terça-feira, 27 de maio de 2008


Não me conformo! Por que disseste sim quando na realidade querias dizer não? Porque brincaste co meus sentimentos dessa maneira? Hoje sofro terrivelmente por amar-te demais! Tu deste corda para que isso acontecesse, sim, tu! 
Tu não me amas, nunca me amou. Fizeste-me de boba, fui apenas um brinquedo pra ti, é isso, um brinquedo! Tu queria apenas se divertir comigo. 

sábado, 24 de maio de 2008

Vejo que sigo sendo um monstro. Um monstro que merece esta solidão, este sofrimento; esta dor e este sangramento interior. Que merece o que está acontecendo porque eu mesmo tenho buscado.
Sou uma imbecil  Quem me dera retroceder no tempo e evitar cometer os erros que cometi. Não todos mas sim alguns... fazer o que tinha que fazer, mas por medo não fiz.
É assustador a forma como tudo muda tão rápido! Um dia sou a pessoa mais feliz do mundo e no outro estou a chorar.  Ver que você sorrir, conversa com outras pessoas enquanto me ignoras. Sabes que estou passando mal, mas superarei. Tu voltarás para mim como sempre fazes e tudo será como antes... assim eu acredito.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

O que essa garota fez comigo? Chego a ficar sem animo pra nada! Isso não pode continuar assim! Tenho medo de não conseguir amar outra pessoa a não ser ela.

sábado, 10 de maio de 2008


Uma palavra apenas...Tu poderias ter dito apenas uma palavra e tudo seria diferente, mas o teu silencio, como sempre, soou como a explosão de mil bombas atômicas dentro de mim. Destruindo meu coração, minha alma.
Por que? Por que decidiu assim? O teu silencio fez-me entender tudo! 
Sinto-me hoje como o mais idiota dos seres humanos por entregar praticamente minha vida em tuas mãos para tu fazeres pouco caso dela!
És uma criança mimada! Quem sabe se eu tivesse te tratado com um pouco menos de carinho, hoje tu estarias a chorar arrependida pela facada que deste-me em meu peito, mas quem se arrepende sou eu por ter chorado lágrimas de sangue por ti.
A vida continua, sabemos disso, mas lembre-se que eu te amo muito e desejo que sejas feliz mesmo que não sejas comigo

sexta-feira, 9 de maio de 2008


Eu olhei para ela, e senti que ela era a pessoa que sempre busquei pra mim: quando nos falamos a primeira vez, quando eu ouvi a sua voz  forte e decidida... Achei que tinha encontrado a pessoa certa para mim, com quem eu poderia contar e quem eu poderia amar para todo o sempre;  mas eu estive errada. A dor da perda foi muito grande, parece que tiraram um pedaço tão imenso de mim que nem sei o que fazer.
Passamos por um monte de coisas juntas, superamos e por causa de um pequeno deslize meu, ela  sumiu.  Simplesmente desapareceu e, desde então, a dor em meu peito é maior do que o mundo poderia suportar. Em cada lugar, eu a imagino... Penso no que está fazendo, no que está pensando. Não posso admitir que se afaste de mim dessa maneira.
Eu não sei nem se ela ainda nutre algum sentimento por mim - talvez tenha gostado no início, afinal, eu era algo novo -, mas não me parece sentir mais nada, agora. Acho que simplesmente achou algo melhor pra fazer: sair com outras pessoas, outros amigos, outras meninas. Não sei o que ela faria, mas nada disso tem a menor importância. Eu só queria poder ficar com ela, mesmo que fosse só como amiga, como antes!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Eu


Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida! ...

Sou aquela que passa e ninguém vê ...
Sou a que chamam triste sem o ser ...
Sou a que chora sem saber porquê ...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
(Espanca, Florbela; Livro de Mágoas, 1919)


Estou aqui mais uma vez na solidão do meu quarto, com um novo caderno e caneta em mãos. 
Não sei exatamente sobre o que escrever, mas a necessidade que paira dentro de mim é o maior do que qualquer incerteza.
Eu simplesmente preciso deixar que toda essa angústia se esvazie por entre meus dedos. Acho, sinceramente, que nasci para ser sozinha, é isso!
Na verdade, não é que eu tenha nascido, propriamente, para ser sozinha; eu nasci para ajudar as pessoas em seus momentos de dor, prepará-las para uma nova etapa, mas sem me envolver fisicamente com ninguém.
 Eu só quero ficar sozinha, permanecer sozinha, nesse fardo que é nunca ter quem amar: ou quando eu acho que encontrei a pessoa certa, ela me abandona, como se nunca tivesse existido. E essa é a pior dor de todas. Ter as lembranças guardadas dentro do seu coração, mas não conseguir mais acessá-las e, desse modo, duvidar que elas foram reais.

quarta-feira, 30 de abril de 2008


Não queria escrever-te já que nunca me lês, mas aqui estou eu escrevendo-te... Sei que já me disse varias vezes, mas quero que saibas mais uma vez para que te lembres durante muito tempo!
Apaixonei-me somente uma vez na vida e foi por você. Mas se assim tu queres, te deixarei em paz, mas quero que saibas que tu és perfeita em todos os sentidos, és a melhor companhia  que alguém pode ter na vida e que daria minha vida inteira para está aí contigo onde quer que tu estejas... És a melhor pessoa que tem passado por mim, aquela que me proporcionou os melhores momentos da minha vida, os melhores beijos... És uma menina perfeita.
Dói muito tudo isso agora porque a forma em que terminou  tudo o que vivemos não tem sentido...  nossa historia tinha tudo para ter um final feliz, mas não teve...Mas a vida é assim.
Só espero e quero que sejas feliz seja com quem for... Porém me dói que não seja comigo e sinto não haver podido te fazer totalmente feliz durante esse tempo... Não sabes como sinto... por que entreguei a ti tudo o que pude, mas acho que não foi o suficiente.
Espero que pelo menos um dia te lembres de mim e dos momentos felizes que passamos juntas.

segunda-feira, 28 de abril de 2008


Lembras que um dia deste-me um abraço bem apertado quando me despedia de ti? Sim, ali nasceu todo o amor que hoje sinto por ti. Sei perfeitamente que tu também sentiste que naquele simples abraço existia algo a mais que no momento não sabíamos descrever. 
Pude ver em teus olhos, pude sentir que ficaste nervosa, eu também fiquei e muito!
Lembras do nosso primeiro beijo? Também inesperado assim como o nosso primeiro abraço, creio que mais pra você do que para mim. Aquele foi o momento mais mágico de toda a minha vida. vi que havia amor puro e verdadeiro de ambas as partes, mas esse amor misturado ao medo, fez com que tu te afastasses de mim!
Por que, meu anjo? Hoje vejo em teus olhos o sentimento que ainda nutres por mim, não pense que pode enganar-me. Vejo como tentas desviar o olhar que insiste em me fitar quando finjo não está olhando. Vejo neles o desejo reprimido.
Por que tu fazes isso? Diga-me! O teu silencio me deixa louca! Venha, fica perto de mim nem que seja por um segundo! Deixa-me segurar tua mão e sentir o calor dela, deixa eu te abraçar e dessa vez fazer com que você esqueça todos os teus medos. Venha! Estou aqui, continuarei aqui! Amo-te muito!

sexta-feira, 25 de abril de 2008



Sou um monstro
Sinto-me um monstro. O pior que já existiu na terra. Essa sou eu. Não mereço piedade, lastima ou misericórdia, não mereço segundas oportunidades. Não mereço nada! Nada!
Sou uma maldita praga que só traz desgraças a quem me rodeia. Dor, pranto, decepção. Sou capaz de levar esses sentimentos  a qualquer pessoa que permaneça perto de mim. Não faço de proposito, mas sempre termino fazendo coisas ruins.
Perdi algo importante, muito importante em minha vida e tudo por minha culpa. Porque sou um maldito câncer que pouco a pouco acaba com tudo de bom e bonito que me rodeia. Com tudo!
Minha existência teria que está proibida, eu não deveria ter nascido. Só estou para fazer sofrer e para isso, melhor desaparecer.
So me resta sofrer, ver como as pessoas que amo, as que me importa, sofrem por meus atos. So me resta derramar lagrimas de dor por tudo isso.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

terça-feira, 22 de abril de 2008


Meus olhos inchados e cheios de lágrimas demonstram como está minh'alma: quebrada em infinitos pedaços.
A dor é tão grande que chega a ser visível em minha voz e meu corpo dolorido. Sinto vontade de desaparecer, não quero mais continuar vivendo, nunca senti isso antes, é horrível! Não encontro forças para continuar, nem para ler os meus livros que estão empoeirados na estante sem entender o porquê de eu tê-los abandonado.
Faz algum tempo que ando assim, deteriorando-me aos poucos. Minhas olheiras estão cada vez mais acentuadas, e os ossos mais visíveis. Tento encontrar uma forma de viver, de superar, de viver, mas é difícil!
Como me deixei cair nesse poço escuro; nesse oceano de assombração? Empenhei-me tanto para ser feliz, correr atrás dos meus sonhos  do que eu amava... Mas as portas fecharam-se no meu coração. Ele está completamente despedaçado!
Quero poder voltar ao passado e poder reviver cada momento, cada abraço, cada beijo... Atormente-me, iluda-me, faça-me crer que seremos felizes novamente. Fique comigo, não se vá...
Eu te amo tanto...

segunda-feira, 21 de abril de 2008


A música que toca agora no rádio não era a nossa musica mas faz-me lembrar de nós duas.
Sempre que a ouço, as lagrimas rolam pelo meu rosto sem ao menos perguntarem se quero que elas jorrem. É impossível controlá-las.
O Amor foi tão cruel comigo, acho que ele não gosta de mim e adora ver-me sofrer!

quinta-feira, 17 de abril de 2008


Minha vida por que te afastaste de mim? Sinto tanto a tua falta! Gosto muito de ti mas tu implantaste um medo dentro de mim, tu criaste uma enorme barreira, um grande abismo que separa nós duas.
Por que decidiu que teria que ser dessa maneira? Eu pensava que o que tu sentias por mim era verdadeiro, me perdoa se te machuquei, sei que errei muito contigo, mas eu comecei a ter  duvidas em relação aos teu sentimento por mim! Se que tu és um pouquinho dura, eu te entendo porque também sou assim,  mas contigo eu tentava ser diferente, nunca tratei uma pessoa com tanto carinho e atenção assim como fiz contigo, mas tu nunca dobrou-se, nunca!
Esperava que você conversasse comigo, esperava que você agisse de outra maneira, enganei-me! Pensei errado. 
Por que me disse sim se não era o que você realmente queria? Nunca diga sim quando o seu coração está gritando não ou vice versa. Assim evitarás frustrações tanto pra você quando para o próximo!
Preferiria mil vezes que você tivesse dito não ao invés de sim. Quem sabe se eu, hoje não estivesse sofrendo tanto assim! Sinto-me uma completa idiota, burra por ter me declarado, ter amado e continuar amando quem não merece. Ah! Por que disse sim se não tinhas a intenção de ficar comigo? Eu errei eu sei, mas eu tinha medo, estava confusa em relação aos teus sentimentos por mim! “ eu sou, você não” lembra? Hoje, digo isso a você!